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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Atlas da Violência confirma queda de homicídios no Maranhão e mostra jovens mais protegidos


Os números da nova edição do Atlas da Violência, elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, confirmam o que outros levantamentos vêm mostrando: os homicídios no Maranhão tiveram queda em 2016. A redução desse tipo de crime em 2015 também já tinha sido atestada pelo Atlas. 
O estudo também mostra que o Maranhão foi um dos poucos Estados brasileiros a reduzir o número de jovens assassinados. 

Os números refletem os efeitos da nova política de Segurança Pública adotada a partir de 2015 no Estado. 

De acordo com o Atlas, em 2014, na gestão passada, o índice de homicídios por 100 mil habitantes era de 35,9 no Maranhão. Em 2015, primeiro ano da atual gestão, a taxa caiu para 35,3. E em 2016, uma nova queda: 34,6 por 100 mil habitantes. 

As quedas verificadas na atual gestão interromperam dez anos seguidos de aumento dos homicídios no Maranhão. 

Entre 2004 e 2014, a taxa de homicídios no Maranhão aumentou ano a ano, sem trégua. De acordo com o Atlas, o índice de homicídios por 100 mil habitantes passou de 11,3 para 35,9 nesse período. Em números absolutos, o aumento foi de 699 homicídios em 2004 para 2.407 em 2014.

Ou seja, a quantidade mais do que triplicou em dez anos, evidenciando a grave crise na Segurança nesse período. 

Só partir de 2015 os números começaram a cair, invertendo a curva ascendente até então. 

Jovens
O Atlas da Violência também mostra que Maranhão está entre os oitos Estados brasileiros que conseguiram reduzir o número de homicídios de jovens (entre 15 e 29 anos) no Brasil entre 2015 e 2016. Outras 19 unidades da Federação tiveram aumento nesse crime. 

Além disso, a taxa verificada no Maranhão está abaixo da média nacional. A queda no assassinato de jovens entre 2015 e 2016 no Maranhão foi de 3,3%. No Brasil, houve alta de 7,6%.

Nordeste

Ainda de acordo com o Atlas, o Maranhão é um dos três Estados do Nordeste – e um dos oito no país todo – que conseguiram reduzir a taxa de homicídios entre 2015 e 2016. Além disso, o Maranhão tem o terceiro menor índice desse crime na região. Os outros Estados do Nordeste que tiveram queda foram Ceará e Paraíba. 
Isso faz que o Maranhão destoe da média de homicídios na região, que subiu. Enquanto a média do Nordeste aumentou de 41,84 para 44,15 homicídios por 100 mil habitantes entre 2015 e 2016, a taxa do Maranhão caiu de 35,3 para 34,6.

Dados mais recentes
O Atlas não traz os dados de 2017 (eles serão divulgados na edição do próximo ano), mas outras estatísticas já mostram que os homicídios continuam caindo no Maranhão.

De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, por exemplo, o Estado registrou redução de 73% nas ocorrências de assaltos a banco, quando comparados os anos de 2017 e 2014. Já a Região Metropolitana de São Luís fechou o último ano com redução de 40,6% na quantidade de homicídios notificados, no mesmo período.

O Atlas da Violência é uma publicação anual elaborada pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O estudo trabalha com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

'Dilacerada'; diz Professora que foi agredida por aluno após expulsá-lo da aula.

Reprodução Facebook 
Santa Catarina - Uma professora catarinense utilizou o Facebook para contar, nesta segunda-feira, a história de uma agressão que sofreu: Márcia Friggi, de Indaial, em Santa Catarina, afirma ter sido machucada por socos desferidos por um de seus alunos, um adolescente de 15 anos.

Segundo o relato, Márcia teria expulsado o jovem de sala após ele ter proferidos palavrões contra ela. Ao pedir que o estudante colocasse um livro sobre a mesa, ouviu que "ele colocava o livro onde bem quisesse". Após nova reprimenda, ele ofendeu a professora com um termo chulo e foi expulso. Ao chegarem na direção, o jovem deu socos no rosto de Márcia.

No texto, em tom de desabafo, a professora se disse “dilacerada por ter sido agredida fisicamente" e "por saber que não sou a única, talvez não seja a última”. Márcia critica a falta de amparo do estado e da sociedade aos professores e ainda publicou mostra fotos onde aparece com o rosto sangrando e bastante machucado (veja abaixo).

De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o caso aconteceu no CEJA (Centro de Edução de Jovens e Adultos) do município, cujo responsável é a prefeitura de Indaial. A secretaria de Educação afirmou que está apurando o ocorrido.

Abaixo o desabafo de Márcia, via Facebook.
DILACERADA
Estou dilacerada. Aconteceu assim:
Ele estava com o livro sobre as pernas e eu pedi:
- Coloque seu livro sobre a mesa, por favor.
- Eu coloco o livro onde eu bem quiser.
- As coisas não são assim.
- Ahhh, vai se foder.
- Retire-se por favor.
Ele levantou para sair, mas no caminho jogou o livro na minha cabeça. Não me feriu, mas poderia. Na direção eu contei o que tinha acontecido. Ele retrucou que menti e eu tentei dizer:
- Como, menti? A sala toda viu... Não deu tempo para mais nada. Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede.
Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacera por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacera por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Estou dilacera porque dilacera porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros. Estamos, há anos l, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos. A sociedade nos desamparou. A vida...
Lembrei dos professores do Paraná que foram massacrados pela polícia, não teve como não lembrar.
Estou dilacerada pelos meus bons alunos, que são muitos e não merecem nossa ausência.
Estou dilacerada, mas eu me recupero e vou dedicar a minha vida para que NENHUM PROFESSOR BRASILEIRA passe por isso
NUNCA MAIS. (Não sei se cometi erro ao escrever, perdoem. )

domingo, 7 de junho de 2015

Adolescente estuprada em Castelo do Piauí morre no HUT por causa das lesões no tórax

A estudante Danielly Rodrigues, de 17 anos, uma das quatro jovens violentadas em Castelo do Piauí, que morreu no final da tarde de domingo (07), queria ser médica.

Danilly Rodrigues, 17 anos, queria ser médica   
Matéria atualizada as: 09:09/08/06/15
Morreu, no final da tarde deste domingo, às 17h30, a adolescente D.N.F, de 17 anos, uma das quatro adolescentes estupradas e espancadas por quatro adolescentes e um adulto de 40 anos, na semana passada em Castelo do Piauí, morreu em consequência das complicações originadas das agressões sexuais e da cirurgia de reconstituição da sua face, desfigurada pelas agressões já que após ter sido estuprada foi jogada do Morro do Garrote, na periferia da cidade, de uma altura de sete metros.
Garotas foram estrupadas e violentadas 
A morte foi confirmada pelo diretor do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), médico Gilberto Albuquerque.

Foram vítimas de estupro em Castelo do Piauí as adolescentes I.C.M.F., de 16 anos, J.L.S., de 15 anos, D .R.F. de 17 anos, e R.N.S.R., de 17 anos. As quatro foram internadas correndo risco de morte. ICM.F. foi transferida para o Hospital São Marcos, J.L.S. foi transferida para um apartamento do HUT e R.N.S.R. que estava com seu estado de saúde muito agravado por causa de traumatismo craniano reagiu, saiu da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e está na Unidade de Cuidados Especiais do estabelecimento hospitalar.
O HUT informou que D. R.F. foi submetida a uma cirurgia de reconstituição da face, teve complicações e foi feita uma campanha de doação de sangue para formação de plaquetas.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Homem arranca o lábio inferior da mulher por ciúmes.

Uma mulher identificada como Dayana Virgínia da Conceição teve o lábio inferior dilacerado pelo próprio companheiro durante uma festa na madrugada de domingo (07) para segunda-feira (08) em Timon, no Maranhão. Segundo a polícia, o acusado, Francisco José da Conceição, teria mordido a boca da companheira durante uma discussão por causa de sua carteira. Dayana prestou queixas na Delegacia da Mulher de Timon, mas, de acordo com os investigadores, mal conseguia falar. Francisco José encontra-se foragido desde então.

Paulo Rodrigues, investigador do caso, informou que a vítima só prestou queixa porque foi levada por vizinhos e familiares. "Ela mesma não teria vindo por vontade própria. Foi praticamente obrigada a fazer o BO e estava realmente muito machucada, mal conseguia abrir a boca", conta o investigador.
Dayana foi encaminhada para o IML de Timon onde fez exames de corpo de delito para comprovar a agressão. A polícia, no momento, aguarda o resultado do laudo pericial para poder dar prosseguimento às investigações, mas já acionou a Justiça que emitiu um pedido de prisão preventiva contra Francisco José. Até lá, a vítima está sob medida protetiva.

A titular da Delegacia da Mulher de Timon, delegada Ingrid Albuquerque, irá marcar uma data ainda esta semana para ouvir Dayana novamente. Quanto a Francisco José, a Polícia Civil da cidade já emitiu documento intimando-o a se apresentar. Familiares e pessoas próximas ao casal também serão ouvidas.


Lábios da  Vítima totalmente desfigurado 

Blog do 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Agressão a blogueiro mostra a truculência do grupo Sarney – Murad – Lobão

O episódio envolvendo o blogueiro Pablo Lima na noite do último sábado (23) mostra a que nível pode chegar o grupo Sarney – Murad – Lobão para permanecer no poder. O simples fato do blogueiro Pablo Lima tentar fotografar o evento comandado pela filha de Ricardo Murad foi o suficiente para que ele fosse agredido a socos pelos seguranças da família Murad em Coroatá.

Esse é o tipo de prática coronelista que ainda impera no Maranhão, comandada pelos grupos políticos que movem céus e terra para permanecer no comando do estado.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Movimento pela paz entrega carta de reivindicações e propostas ao comandante geral da PM

Por: Alexandre CunhaO movimento "Todos Pela Paz e Vida" realizado em Chapadinha, entregou ao comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, Corenel  Audimar Zanoni Porto, uma carta de reivindicações e propostas.

O movimento foi encabeçado pela sociedade civil Chapadinhense, representado pelas Igrejas Evangélicas, Igreja Católica, OAB, instituições de Ensino, Empresários, Professores,

terça-feira, 15 de abril de 2014

O Avanço da Violência



Por: Anaximandro Silva Cavalcanti – Psicólogo
As causas para o avanço da violência envolvem questões socioeconômicas, demográficas, culturais e políticas; temos uma sociedade desassistida e uma policia desmoralizada, uma falta de planejamento para um combate às drogas. E ainda há um peso maior que faz a balança pender definitivamente para o caos social, a IMPUNIDADE E A INOPERÂNCIA DAS LEIS!

A pobreza e a desigualdade, também podem ser apontadas como fatores que estimulam a violência e a criminalidade; de fato jovens que vivem em comunidades carentes são aliciados por traficantes e veem no crime uma opção de vida. Isso porque o Governo falhou no seu papel de protetor, papel que hoje é exercido pelo crime organizado. O governo além de falhar em setores como educação, saúde e emprego, falha também na repressão ao crime organizado, possivelmente uma consequência da corrupção em que se envolvem muitos policiais civis e militares, diante da má remuneração que recebem.

Podemos concluir então, que a falta de planejamento econômico em decorrência da má atuação do governo é fator principal que contribui para o alto índice de violência. Portanto, é imprescindível que as autoridades competentes se conscientizem da problemática, saiam de detrais das mesas e microfones e passem a agir. Entrevistas, palestras, seminários e campanhas não funcionam. São vícios da política que em nada contribui para a solução do problema. Aqui mesmo nesta radio já houve diversas entrevistas sobre o tema, e sempre ouvimos dizer que: – a policia é atuante –, que: – estamos trabalhando. – Só que os resultados não aparecem. Nunca apareceram.


Enquanto batemos papo o crime se articula; sem convenções, sem entrevistas, sem palestras. Planejam um roubo a uma escola, e o executam. Prometem um assassinato e cumprem. E vemos assim, dia após dia, sob o pesar da impunidade, nossas vidas, nossas vidas...

quarta-feira, 5 de março de 2014

Violência - Homem é alvejado com um tiro no rosto durante a última noite do Carnaval em Anapurus

Postado Por: Alexandre Cunha
Do  Anapurus Conectado
Nesta terça-feira (04), ultimo dia de carnaval em Anapurus, ainda não tinha sido registrado nenhuma violência  por parte de foliões, apenas uma pequena confusão que não afetaria o carnaval.  
Mas por volta da meia noite aconteceu um fato mais serio, um homem não identificado, levou um tiro no rosto e até o momento não se sabe  o motivo. Rapidamente foi levado nos braços por populares até hospital local, onde foi  prestado os primeiros socorros e encaminhado pra São Luís-MA com vida.
O homem é conhecido como Paulo com familiares no município de Anapurus (Povoado Belenzinho) e reside em São Luis. O atirador não foi localizado, populares afirmam que o disparo foi por trás do camarote local de estacionamento.

A Policia acompanhou todo o atendimento.  

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Número de homicídios cresce 460% em 13 anos no Maranhão

A barbárie nos presídios do Maranhão é o ponto alto de uma crise cujos sintomas já se revelavam desde a década passada nos dados de segurança do Estado. Entre o ano de 2000 e 2013, os homicídios em São Luís e na região metropolitana cresceram 460%. Foram 807 mortes em 2013. Contribuiu para a epidemia de violência o fato de o Maranhão ter a menor relação de policiais por habitante no Brasil. Há um policial para cada 710 moradores, proporção que em Brasília, a mais alta, é de 1 para 135 pessoas.
O descaso, a falta de vagas e de investimento no sistema penitenciário também já vinham sendo apontados pelas autoridades, como nos mutirões feitos pelo Conselho Nacional de Justiça. As penitenciárias são precárias e superlotadas. Há 1,9 preso por vaga no sistema maranhense, proporção que coloca as prisões do Estado no 7.º lugar entre as mais lotadas do País, índice semelhante ao de São Paulo.

Apesar da superlotação do sistema maranhense, contudo, o Estado tem 100,6 presos por 100 mil habitantes, a menor proporção do Brasil. "O modelo de segurança pública no Estado está falido", diz o advogado Luiz Antonio Pedrosa, da Comissão de Direitos Humanos da OAB do Maranhão. "As facções criminosas se formaram e conseguiram um amplo espaço para avançar em um Estado com problemas sociais dramáticos."
O problema da violência no Maranhão dentro e fora dos presídios se agravou a partir de 2010, quando foi anunciada pelos presos a criação do Primeiro Comando do Maranhão (PCM). A facção rival, Bonde dos 40, surgiu logo na sequência. O enfrentamento entre os grupos se acentuou nos meses seguintes, em um ambiente penitenciário sem controle, com uma frágil política de segurança pública.
ErroA secretária estadual de Direitos Humanos e Assistência Social, Luiza de Fátima Amorim Oliveira, admite o que o governo errou. "Infelizmente, nós falhamos, houve um erro de gestão nesse sentido", disse ela, que foi ao enterro da menina Ana Clara de Sousa, de 6 anos, que estava em um ônibus incendiado por criminosos e teve 95% do corpo queimado.
Luiza afirma que, nesse momento, a ajuda do governo federal e de outros órgãos é fundamental. "Não tem como resolver sozinho essa situação. É preciso conjugar esforços, para que não aconteça mais", disse. O governo estadual tenta mostrar que faz a sua parte prendendo suspeitos de participar dos ataques a delegacias e a ônibus. "A repressão já está sendo feita. Os adolescentes (envolvidos nos crimes) foram presos."
Agora, segundo Luiza, é preciso cuidado para que não seja alimentada a espiral de violência, tanto nas prisões quanto nas unidades socioeducativas, onde o modelo de facções também se repete. "Quando eles (presos) ficaram cientes de que a Ana Clara morreu, começou uma retaliação, uma pressão interna contra esses adolescentes que estão lá. Então, nós tivemos de separá-los", diz.

CríticasNas prisões, parentes de suspeitos de participar da nova onda de ataques acusam o governo do Estado de fazer prisões arbitrárias só para dar uma resposta à sociedade. A cozinheira Lucicleide Melônio do Nascimento, de 39 anos, afirma que o filho dela, Luís Gustavo Melônio, 18, foi preso injustamente. Ele foi detido sob suspeita de atirar em uma delegacia no bairro São Francisco, em São Luís. "Ele já tinha carteira assinada, ia prestar concurso. Agora, apareceu em rede nacional, já foi condenado", disse. "E pode ser mais um morto, porque nós sabemos, o País todo sabe, o que acontece nos presídios do Maranhão."
Com texto do Jornal de Brasília.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

OPERAÇÃO EXTERMÍNIO? Polícia velada mata três “menores infratores” em São Luís

Na noite do último domingo 13/01, a reportagem do Fantástico da TV globo mostrou a interceptação de mensagem celular de um membro de uma facção criminosa preso em Pedrinhas dando ordem para ataque à residência do Comandante de Operações Especiais da Polícia Militar, Coronel Ivaldo Barbosa, o que felizmente, acabou não acontecendo.



Antes desse episódio, comandos de dentro do Presídio de Pedrinhas ordenaram ataques aos trailers e quarteis da PM, isso sem falar, nas delegacias da Capital. Policiais foram assassinados e vidas de inocentes foram tiradas, como no caso da menina Ana Clara. A polícia então parecia está acuada após diversos atentados.


Coincidentemente, após todos esses tristes acontecimentos, na tarde desta segunda-feira 13/01, veio a resposta mais ríspida da força policial.

Um confronto entre o Serviço de Inteligência do Batalhão de Choque da Polícia Militar (o velado), resultou na morte de três adolescentes, na Rua 8, próximo a Delegacia, no bairro da Vila Embratel em São Luís.


O Serviço de Inteligência recebeu informação que suspeitos de terem cometido um homicido na manhã de ontem no bairro com diversos tiros,  estariam escondidos pela região da Vila Embratel. Ao chegar no local a polícia encontrou os três adolescentes que reagiram com troca de tiros.


Um dos adolescentes que morreu foi identificado como Tailson Santos Sá, 17 anos, o Bananinha, morador do coroadinho,  tinha fugido na última terça-feira (7), do Centro de Ressocialização Alto da Esperança, no bairro do Anjo da Guarda, área Itaqui-Bacanga. (REVEJA)


Além de Bananinha, outros dois adolescentes foram mortos, Douglas de Jesus, 17 anos, o Tio Ted,  morador da Vila Embratel e Railton Costa Santo, conhecido pela alcunha de macaco também morreu no local.

Depois da morte dos três “infratores”, não se fala em outro assunto nas ruas, praças e avenidas da Ilha de São Luís… Seria a volta da “Operação Tigre”?

(Blog Domingo Costa)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Vergonha internacional: The New York Times destaca colapso em Pedrinhas

Do Jornal do Brasil - editado 

As imagens dos presos decapitados no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no estado do Maranhão, continua em destaque nos noticiários internacionais. O The New York Times publicou nesta quinta-feira (9/1) que uma série de episódios de violência na penitenciária de Pedrinha levantam análises sobre a deterioração do sistema de segurança no Maranhão, estado governado por uma das mais poderosas famílias políticas do Brasil, citando os nomes da governadora Roseana Sarney e do seu pai, o ex-presidente José Sarney. Na quarta (8), o Wall Street Journal comentou o vídeo divulgado pela Folha de São Paulo e as opiniões de especialistas em segurança pública sobre o aumento da criminalidade no Maranhão.
O Times detalha as barbáries ocorridas em Pedrinhas durante o motim em dezembro e os motivos que podem ter levado à rebelião e já foram amplamente divulgados pela imprensa do Brasil. Destacou as retaliações dos marginais às forças de segurança que tentaram retomar o controle na penitenciária, os quatro ônibus queimados na capital que resultou na morta de uma criança de seis anos, além de mais um passageiro e vários feridos. O Times comenta a resposta da governadora Roseana Sarney a “explosão de críticas de grupos de direitos humanos sobre as condições na prisão e o aumento da criminalidade no Maranhão”. “Sra. Sarney divulgou nota atacando o jornal por ter circulado o vídeo, chamando o movimento de ‘sensacionalista’”, destaca o Times.
Ao comentar uma entrevista publicada domingo passado (5) no O Estado do Maranhão, o Times ressalta que o veículo brasileiro é “controlado pela família Sarney” e a matéria atribuiu a crise na penitenciária do estado a atrasos no sistema federal, que estende o tempo em que os detentos devem permanecer na prisão, e também à resistência dos guardas prisionais que pretendem mudar a forma como as prisões são gerenciados. Nas linhas seguintes, o jornal americano informa que Pedrinhas tem espaço para 1.700 detentos, mas atualmente tem mais de 2.200.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Ataque: Zeca Baleiro Sugere Guilhotina no Maranhão


O compositor Zeca Baleiro, um dos ícones da cultura maranhense, traçou um paralelo entre a situação atual do estado e a Revolução Francesa, cujo fato marcante foi a Queda da Bastilha, uma prisão, antes que a monarquia fosse decapitada na guilhotina. Leia abaixo artigo publicado por ele na Folha:

Uma Notícia Está Chegando Lá do Maranhão
Por: Zeca Baleiro
Leio com assombro as notícias que chegam do Maranhão. Imagens e relatos dolorosos e repugnantes despejados em tempo real em sites, jornais e telejornais, escancarando a nossa vergonha e impotência diante de barbaridades que já extrapolam nossas fronteiras e repercutem mundo afora.
Como todos, estou pasmo. Mas nem tanto. Nasci no Maranhão e sei que a barbárie (a todos agora revelada de um modo talvez sem precedentes) já impera há anos na prática de seus governantes vitalícios, que agem como os velhos donos das capitanias hereditárias do passado.

Se o crime organizado neste momento dá as cartas e oprime o povo com ameaças e ações dignas dos mais perigosos terroristas, é porque há uma natural permissão -a impunidade crônica dos oligarcas senhores feudais, que comandam (?) o Estado com mãos de ferro há 47 anos (a minha idade exatamente) e que, ao longo desse tempo, vem cometendo atrocidades sem castigo, com igual maldade, típica dos grandes tiranos e ditadores.

Esses donos do poder maranhense (e nunca dantes a palavra "dono" foi empregada com tanta adequação como aqui e agora) são exemplo e espelho para que criminosos ajam sem nenhum medo da punição.
Pois a miséria extrema que assola o Estado há décadas, o analfabetismo estimulado pela sanha dos coiotes ávidos de votos, a cultura antiga de currais eleitorais, a corrupção mais descarada do mundo e o atentado ao patrimônio histórico de sua bela e triste capital são crimes tão hediondos quanto os cometidos no complexo penitenciário de Pedrinhas.

A diferença crucial é que, enquanto os bandidos que agora aterrorizam (e matam) a população aos olhos assustados da nação estão em presídios infectos e superlotados, os criminosos de colarinho branco (e terninho bege) habitam palácios.
No meio do caos, soa tão patética quanto simbólica a notícia veiculada dias atrás neste jornal sobre abertura de licitação para o abastecimento das residências oficiais da governadora.
A lista de compras é de um rigor e de uma opulência espantosos. Parece coisa da monarquia francesa nos dias que antecederam sua queda.

No presídio de Pedrinhas, cabeças são cortadas. Resta saber se, para além dos muros da prisão, alguém um dia irá para a guilhotina.
ZECA BALEIRO é cantor e compositor maranhense
Do Site Brasil 247

sábado, 11 de janeiro de 2014

OAB vai propor ações contra governadores pela situação dos presídios


A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) vai entrar com ações civis públicas em todos os Estados do país para que os governadores tomem providências em relação à situação dos presídios.

Na quinta-feira (9), reportagem da Folha mostrou que as prisões foram cenário de ao menos 218 homicídios em 2013 –média de uma morte a cada dois dias.
Segundo a OAB, as ações irão "requerer providências enérgicas e que os Estados sejam compelidos a dar assistência às famílias dos presos mortos, bem como garantir indenizações pela falta de proteção efetiva aos apenados".

A medida foi anunciada ontem pelo presidente da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. "As ações simbolizam uma medida de pressão aos governos estaduais para vencerem a inércia que se encontram no tema do sistema carcerário", afirmou.

A atitude ocorre após período de silêncio de Coêlho, ex-advogado da governadora Roseana Sarney (PMDB), diante da situação do complexo penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), onde três detentos foram decapitados.

Segundo a OAB, as ações serão protocoladas em cada Estado a partir da próxima semana. Elas irão pedir a separação dos presos em provisórios (ainda não julgados) e definitivos e também segundo a gravidade dos crime.
Outro pedido é que a Justiça obrigue os governos a assegurar um custeio mensal mínimo para a manutenção das penitenciárias.
(Do folha de São Paulo)

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

"Roseana Sarney Se Mostrava Mais Preocupada com as Eleição de Outubro”, Diz Comentarista da Globo Sobre Violência no Maranhão



Em comentário exibido  no Jornal do Globo, a jornalista Renata Lo Prete revelou a razão pela qual a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), demorou tanto para recorrer ao Governo Federal a fim de buscar uma solução para a grave crise na segurança pública do Maranhão.
Veja:
“Até a situação ficar insustentável, a governadora Roseana Sarney, do PMDB, se mostrava mais preocupada em refutar as críticas, de olho nos adversários da eleição de outubro, do que em encarar a gravidade do problema.
Foi preciso lembrar a ela que o desgaste político será ainda maior se o Supremo Tribunal Federal aceitar um eventual pedido de intervenção no estado feito pelo procurador-geral da República.
Roseana está no segundo mandato consecutivo e não pode disputar um terceiro, mas o clã Sarney, aliado de primeira hora das gestões Lula e Dilma, há meio século no poder no Maranhão, terá um representante na sucessão de Roseana. Representante que vai enfrentar Flávio Dino, do PC do B, presidente da Embratur, e líder nas pesquisas.
A situação é ruim para Roseana, reprovada hoje por quase metade do eleitorado, mas é delicada também para o governo Dilma, porque o PT ainda está dividido sobre abandonar ou não o clã Sarney. Uma intervenção federal no estado seria algo muito mais custoso, sob todos os aspectos, do que o envio da Força Nacional e a remoção de presos”.
Do Blog Marrapá
Assista o comentário em vídeo:

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Criança é encontrada morta com sinais de violência em Luís Correia



Uma criança de nome João Victor dos Santos, de 9 anos, que residia no conjunto Brisa Mar, próximo a Praia Peito de Moça em Luís Correia, foi encontrada morta com sinais de violência pelo corpo às 5h30 de hoje (03), na orla da praia do Coqueiro em Luís Correia.

 A Polícia Militar foi acionada por telefone e uma equipe comandada pelo Sub Tenente Olavo Sales, compareceu ao local e constatou o fato. Ao colher informações na área, a polícia descobriu que a criança havia saido de casa na noite de ontem (02), para dormir na casa do empresário Merval Filho, no Coqueiro da Praia a convite do caseiro do imóvel, Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos. A PM deu voz de prisão para Dárcio que ao ser interrogado disse que ingeriu muita bebida alcoólica à noite e não se lembra de nada e nega que tenha matado a criança.

Acusado: Dárcio Rodrigues dos Santos
O acusado está preso e por pouco não foi linchando por populares na Praia do Coqueiro durante o ato de sua prisão.

Com ferimento profundo no ombro direito e ferimentos leves no rosto e nas costas, o corpo de João Victor foi removido pela equipe do IML para ser periciado no posto avançado de Parnaíba.O delegado Regional Cadena Júnior está apurando o caso.

  





Atualizada às 12h44

O médico legista do IML de Parnaíba Dr. Francisco Pires, liberou agora pouco para os familiares o corpo do menino João Victor, de 9 anos, encontrado morto às primeiras horas da manhã de hoje (03), na praia do Coqueiro em Luís Correia.
O conteúdo do laudo de exame cadavérico não foi revelado, mas se sabe extra oficialmente que o golpe no ombro da criança foi produzido por objeto perfurocortante e seu pescoço teria sido quebrado.
Por Blog do Yuri Gomes